quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Guitarra e violão....

Iniciei minhas aulas de violão aos 13 anos. Eram horríveis no começo, mas depois foram melhorando. 
Comecei a dar mai atenção a bandas e músicos consagrados ["dar mais atenção" pq eu já ouvia eles por tabela. culpa de mama e de papa]. Queen, ABBA, Scorpions, Aerosmith, Ray Charles, Eric Clapton, Rolling Stones, Beatles, B.B. King, epav....[e por aí vai...]
Dei mais valor ao instrumento. Mas não deixei de ter a ambição de saber tocar guitarra.
Não é muito diferente de violão. O que conta na guitarra mesmo é o solo e os efeitos.
Meu pai e um amigo dele, Raul, me apresentaram o Guns N' Roses. Me fascinei pelos solos do Slash e pela harmonia de palco da banda. A vontade de tocar guitarra cresceu. Raul me emprestou uma guitarra e um amplificador dele. Uma Lespaul Michael e um cubo Meteoro. Pra mim foi o clímax. Ter uma guitarra do mesmo modelo dos grandes nomes do Rock foi simplesmente magnífico.
Ai sim me dediquei aos estudos da música. No meio desses estudos o Raul decidiu dar-me de presente os objetos acima citados.
Me formei na escolinha de musica, junto com meu parceiro Vinicius, como guitarrista intermediário. Na época foi um evento glorioso.
Festivais de musica surgiram como flores num jardim de "vontade de fazer musica"
Eu e Vinicius formamos uma banda com pretensões de ganhar o nosso 1° festival.
Reza a lenda que, meninos de uma banda concorrente, ao assistiram meu ensaio com o Vinicius, desistiram imediatamente do festival. Na época achei o máximo isso, mas hoje penso e vejo que eu era muito competitivo.
Ganhamos o festival. Desfizemos a banda. Formamos outra, agora com Renan. Participamos de outro festival. Minha banda não ganhou, mas ganhei o título, inesperado, de melhor guitarrista da noite. 
Surgiu outro festival. Achamos a Taynah. Perdemos um festival, mas ganhamos o outro. 
Fizemos nosso nome em Cacoal, cidade natal da MegaDrive. Não tínhamos muitos fãs. Eram todos nossos amigos e familiares. A banda acabou. Praticamente todos os integrantes migraram para construir carreira [ou ñ],  em faculdades de outras cidades. Tardei a ir pra faculdade[6 meses], mas estou aqui.
Nesses  6 meses de ócio musical percebi que a banda tinha mais fãs do que achávamos ter. Éramos reconhecidos através do apelido "o carinha da MegaDrive".
Esses 6 meses se foram. Passei numa universidade federal. Porto Velho não é tão má. Candeias do Jamari, onde moro, que é. Minha vó mora aqui. Foi construído um quarto no fundo de quintal dela e atualmente moro lá. Trouxe comigo minha guitarra e meu violão. A UNIR está de greve. Ócio novamente. Quando estou no meu quarto/casa me vejo cercado de tédio e inutilidade. [To sem TV e sem pc, por isso...]
Porto Velho me deu um grande presente. Letícia. Ela me faz bem. Mas não posso estar com ela todo tempo.
Quando não estou com ela me vejo novamente na vaga ilusão da razão. O que me resta? Guitarra e violão.
Não me lembro do ultimo dia em que deixei de tocar neles. É um ritual, um hábito, algo sagrado. 
"Tocar guitarra deixou de ser um hábito pra ser uma fuga do tédio. Um vício. Um antídoto."
Não toco bem. Engano bem.  Mas nada disso importa quando são só meus dedos, as cordas e minha inspiração. Me transporto para uma dimensão onde a musica é o ar, a luz, a vida. Fazer musica é uma arte, e como toda arte sempre haverá um Marcel Duchamp para estragar tudo.
Dentre as coisas que tenho certeza que farei até morrer estão: respirar, amar minha família, assistir bons filmes, ler bons gibis e tocar guitarra e violão.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Era uma vez uma banda chamada Guns N' Roses...

poha cara....o Guns me ensinou a gostar de rock, o Slash me ensinou que uma les paul é algo realmente foda. Claro que o tempo passa e blá blá blá....mas cara do céu....o Axl não aguenta mais e ninguém tem coragem de falar isso pra ele. Acabo de desistir de assistir o "show" do atual Guns N' Roses. Prefiro assistir meus videos da formação original.
[Darei um Ctrl+tab ao invés de alt+tab nesse papo ae]
O Slash é foda.......o cara ta com o álbum solo dele a todo vapor....com musicas novas/fodas e com participações prá lá de animadas [ narrador de sessão da tarde ]. O Slash ta se virando muito bem fora do berço Guns dele. Claro que hora ou outra ele toca grandes clássicos, mas poxa....o cara pode e deve tocar os grandes clássicos cara....é foda de ouvir. Enfim....Axl ta gordo, sem pulmão, parece uma senhora.....blá blá blá. Slash ta bem melhor que ele.
Axl e Mick Jagger são iguais. Jagger é mais esperto só. Ele não se dá bem com o Richards, mas suporta ele pela grana. O público agradece, claro. Mas o Axl.....é otário.Imagina só se juntasse a formação original em turnê mundial?? NUSSS,  ganhariam oceanos de dinheiro. Dai o Axl poderia até fazer uma lipo.
Enfim....acho que é só isso. Tudo culpa do Axl, aquele gordo desgraçado. kkkkkkkk

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

pretérito mais que perfeito, prefiro o presente do indicativo de um futuro fodasticamente melhor.

Dia estranho. Sempre fui tímido. Nunca cheguei numa menina. De repente o passado bate minha porta trazendo biscoitos e leite. Hoje tenho tudo o que eu poderia querer...Doritos, Pão de queijo, Mocoquinha de chocolate branco....O Passado foi carinhoso...passou por tempos difíceis....passa ainda. De certa forma me importo, pois foi algo muito especial pra mim. Não existe duvida de que não estou no presente/futuro pra esquecer o passado. Esqueci o passado à duras penas...mas sobrevivi. Antes achava que nada superaria o que tinha passado....me prendi nun mundo cheio de lembranças e sofrimento.
Acabo de ter outra conversa "amigável" e "amistosa" com os erros do passado. Não apagarei o que escrevi. Só quero que fique claro que o que era estranho ficou estranhamente claro. Algo que insiste em erros do passado....insiste em hipóteses infundadas e anti-embasadas de que o futuro era nosso e de mais ninguém. Nós contra o mundo e blá blá blá.
Quero que seja feliz, passado.Lembro com carinho de vc, mas o presente/futuro é fodasticamente melhor. Sei que ainda baterás na minha porta, passado, mas quero que saiba que estarei lhe esperando, com duas cadeiras e uma coca-cola...uma boa conversa com quem te conhece bem nunca é demais.
"Ainda te quero bem, só não te quero mais."

Incerto certamente duvidoso

Ah faz tempo que não posto e blá, blá quem se importa ?
Atualmente tenho vivido o dilema que é se foder em uma faculdade. Conflitos existenciais e inexistentes. A vida na correria nunca pareceu tão monótona, o cotidiano parece ser incerto e ao mesmo tempo me trazem certezas. Aprender a me dividir em pedaços e viver cada fatia minha. Pensar em viver a fantasia do passado me entedia e pensar no que pode vir pela frente me assusta. Não sabia que ter a certeza do que já foi era tão difícil, mais difícil ainda é encarar o que passou como um passado que nunca irá voltar. Enfim, me dá um alivio em dizer que sou isto que sou: A Incerteza, pois prefiro ser a dúvida constante do que ser a certeza mal interpretada. Prefiro não ter medo de errar do que ter a certo como o errado, prefiro viver tentando do que ser um vencedor fracassado, prefiro morrer perdendo do que ganhar injustamente, prefiro ser um mutável indeciso do que ser uma estatua errante. Nada sei, porém tenho o mundo a descobrir.  

quarta-feira, 13 de julho de 2011

E então é o dia do rock e o que você fez ?

E então hoje, dia 13 de Julho o aclamado dia do rock. O melhor gênero musical criado desde o nascimento da música (não desmerecendo o restante dos gêneros). O ritmo que abalou décadas, revolucionou gerações, mostrou ao mundo que a rebeldia e a anarquia podem ser cantadas e tocadas e também mostrou que letras inteligentes e melodias suaves mexem as suas emoções. Enfim, o rock de hoje, de ontem e de sempre. Aquele que você escuta no rádio, que você vê na TV, que você acha na internet ou porque não pagar para ter ?
O rock, assim como a evolução humana, passou por vários processos. De Elvis até Vaccines, o estilo musical derivou-se, criou seguidores fiéis e ainda sobrevive ao terror do século XXI. E não tem como falar de rock sem falar de blues, o começo de tudo. O mistério de Robert Johnson e seu blues diabólico, Son House e sua simplicidade extraordinária entre outros que construíram a base para o que seria o maior fenômeno mundial. Os anos 50 de Elvis Presley e seu jeito louco e inovador de dançar, Jerry Lee Lewis e seu piano em chamas, Johnny Cash e seu folk and roll que encantou até prisões, tudo isso e muito mais inspirariam os quatro jovens de liverpool, que em pouco tempo dominariam a cena musical e mostrariam um novo jeito de se tocar aquilo que se denominava rock. Os anos 60, a década dos Beatles. Impossível falar dos anos 60 sem ao menos mencionar o quarteto inglês que tinha um corte de cabelo estranho e um jeito único de tocar suas músicas. Começava assim a Beatlemania, fãs histéricas, grandes vendas e shows lotados. Sem deixar de mencionar na mesma década o surgimento de várias bandas importantes como The Who, Janis Joplin, Jimmy Hendrix entre outros, e é claro sem esquecer do grande festival, se não o maior, o Woodstock que aconteceu em 1969 e mostrou muitos artistas de peso. "Quem esteve no woodstock e se lembra de alguma coisa, não entrou no espirito da coisa".
Os anos 70 foram importantes para grandes movimentos e experimentos do estilo, o surgimento do punk e a continuação da psicodelia hippie dos anos 60. Bandas dessa época são Ramones, The Stooges, The Clash, Sex Pistols entre outros. Sem esquecer do começo do estilo alternativo, bandas começaram a jogar suas emoções e depressões em suas letras, bandas como Joy Division, The Smiths e Television. Os anos 80 vieram com seus tecladinhos irritantes e a fase colorida e alegre do rock, não o Restart não surgiu nessa época. Os sucessos de David Bowie, o inicio do Guns, a explosão do Aerosmith, enfim uma época bem diversificada. Já os anos 90 ficou conhecido como a época do Grunge e pós punk, o surgimento da MTV e as grandes produtoras procurando loucamente por bandas inovadoras. Até que surge o grande lance: Nirvana. A febre atingiu seu auge com o lançamento de "Nevermind" que já de inicio dava um recado aos grandes produtores, em Smell Like Teen Spirit: " Aqui estamos agora, nos entretenha". Sem falar nas camisas xadrez do Pearl Jam e no renascimento do alternativo com toda potencia, bandas como Sonic Youth, R.E.M,  e Smashing Pumpkins. E começa então o século XXI, e o que temos ? O surgimento do New Metal com Limp Bizkit, Linkin Park e Korn, um som de doer os ouvidos, não pela má qualidade, pois são bandas muito boas e sim pelo peso de suas músicas. O rock já parecia saturado e sem mais o que ser feito, até que em 2001 surge o fenômeno Strokes. O lançamento de "Is This It" fez com que a crítica dissessem coisas do tipo " A salvação do rock" " A melhor banda da década" e outras coisas do tipo. A febre Strokes já dura mais de 10 anos e sem perder a qualidade. Os anos 00 também mostraram bandas importantes como Franz Ferdinand, Wolfmother, Yeah Yeah Yeahs e outras. Em particular o maior surgimento dos anos 00 foi a dupla de Detroit que mostrou um novo jeito de fazer música, White Stripes na simples formação guitarra, bateria e voz conseguiu seu lugar merecidamente, autores da batida e cansada "Seven Nation Army" que hoje em dia existe em várias versões. Não da pra falar dos anos 00 sem esquecer da explosão da internet, o novo meio de se escutar e de fazer música. A primeira banda a se consagrar firmemente no meio através da internet foi o Arctic Monkeys, com o seus singles e cd Whatever people say i am thats what i'm not, seus hits como "Cigarette Smoker Fiona", " I bet that you look good on the dancefloor" e "Fake Tales of San Franscisco" abalaram as pubs e casas de shows Inglesas. E sem deixar de mencionar a parte brasileira do rock. O fantástico rock gaúcho de bandas como Cachorro Grande, Bide ou Balde, Superguidis e Cartolas. O ska rock hardcore do primeiro disco do Los Hermanos, o grande "bloco do eu sozinho" e seus carnavais sem fim. O inesperado de lugares inesperados, como Vanguart do Mato Grosso, Macaco Bong e seu silencio barulhento, também do Mato Grosso, Os Los Porongas e seu incerto estado do Acre, As Facas Voadoras e seu estado agropecuario do Mato Grosso do Sul. Enfim a qualidade vem de vários lugares.

Por fim, não existe dia do rock, todo dia é dia de ouvir rock. Let's be the rock and never roll !

sábado, 16 de abril de 2011

Electro Rock Strokiano dos anos 80 - Angles


Muito bem, ontem eu comecei o dia com uma vontade absurda de escutar o novo album do The Strokes. Como minha internet aqui em Itaqui é extremamente lenta, deixei baixando o cd durante uma noite. O que tenho a dizer é que The Strokes não perdeu a qualidade em nenhum aspecto, não mesmo, eles continuando sendo o quinteto nova iorquino que abalou o mundo no começo da década passada. Acontece que é o mal de ficar muito tempo sem lançar nada. Todos sempre esperam algo tão surpreendente como o " Is This It" e imagino que as coisas não sejam por aí, o tempo passa, as influências mudam, o som conseqüentemente muda.


O disco começa com "Machu Picchu", lembra muito as músicas do projeto solo do Julian. Uma batida lenta, com guitarras poucos distorcidas e um toquezinho chiclete lembrando um teclado. "Undercover of Darkness" tem a cara de single popular "Strokiana", assim como aconteceu com "Last Nite", "Reptilia" e "Juicebox". A música se encaixa perfeitamente no dois últimos albuns da banda. "Two Kinds of Hapiness" mais uma música que lembra as baladas oitentistas, só que sem tecladinhos melosos. No começo pareço estar ouvindo Joy Division, mas no refrão você vê: "Ah é Strokes". Se tem uma música que se encaixa perfeitamente no First Impressions of the Earth, ela é "You're So Right". Bateria que parece ser eletrônica, o baixo só marcando o compasso, Julian fazendo duas vozes. Também compatível no projeto solo do Casablanca. "Taken For a Fool", a música tirada do Room On Fire. Lembra coisas já feitas antes por eles, só que com mais "tecnologia". A prova de que Strokes foi tirado dos anos 80 para melhorar a nossa década é "Games". Agora sim, começo a ouvir uma influência nova. Parece que o tempo que o Fab passou com Little Joy resultou nas músicas "Call Me Back" e "Life Is Simple In The Moonlight", duas "bossas" tocadas em guitarras limpas e cantada na voz marcante do Casablaca. O ponto alto do album, a diferença primordial do Angles para os outros albuns. A música tirada do Is This It, sem dúvida nenhuma, é "Gratisfaction", é aquele tipo de música que você escuta o dia inteiro, repetidamente, e sai cantarolando depois. Pra finalizar "Metabolism", outra música que se encaixa no First Impressions.

Enfim o Album está muito bom, diferente, porém de qualidade indiscutivél. É bom ver que depois de todos esses anos a banda continua lançando novidades e tendências. Pena que sempre com a novidade vêm a avalanche de críticas.

Tenho dito (:

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ahhh a infância.

Ah .. A infância, nada como ter entre 6 e 15 anos (não que a infância seja só esse tempo) correr, brincar, não ligar para as lições da escola e outras coisas. Na minha infância a minha maior preocupação era em não perder Dragon Ball Z, e o ápice foi a luta do Goku contra o Freeza, foi o período mais sangrento da história. Naquela época desenho se resumia em Dragon Ball, Digimon, Pokémon, Samurai X e nos programas como Jiraya, Jaspion, Jiban, Esquadrão Especial Winspector entre outros. Eu não vejo sentido nos desenhos de hoje, ben 10, mansão mal assombrada do caralho a4, os padrinhos não sei o que e não sei mais que diabo que tem ... Fora que se você tivesse um PlayStation, você era o rei do bairro, geral ia na sua casa.

Faltar a aula era a maior maravilha do mundo, ficar em casa tomando todynho, deitado no sofá assistindo Tom e Jerry. A desculpa pra faltar era sempre a mesma "Mãe, to com caganeira". O momento mais "fucking yeah" era quando você fingia dor de cabeça na escola só pra ir embora pra casa e quando chegava em casa ia correndo ver TV.

Os aniversários antigamente tinham bolos de chocolate simples, mais com MUITO chocolate, bebida era tubaina e você sempre bolava uma estratégia muito bem planejada para roubar um brigadeiro antes do "Parabéns". É engraçado, na proporção que você vai crescendo seus presentes vão diminuindo, vão se reduzindo a quase zero. Acho que uma das razões para você procurar uma namorada é essa, ganhar presentes, não necessariamente de aniversário. Acho que todas as coisas legais que eu tenho eu ganhei da Priscylla, acho o caralho, tenho certeza. Te amo amor.

Enfim crescer é uma bosta, você ganha menos presente, você é mais cobrado e você vê que Dragon Ball continua foda e que nunca irá perder a graça, o Goku continua sendo o sayajin mais poderoso do Universo. MALDITO KAKAROTTO.


Tenho dito (:

quarta-feira, 23 de março de 2011

When I Listen to The Beatles

There's a white paper with some black stripes
I'm hearing "The Beatles"
Then again I'm here


Oh yeah, is becoming hard to be someone
But I desagree
I doubt
But deep down I know something is right


I miss my guitar
I miss home
I haven't been completely honest
But i'm fine


Fucking Lennon
Make up my mind
Blow my brain

segunda-feira, 21 de março de 2011

Morar Sozinho [3]

Um pequeno post de segunda feira corrida. Comecei a caminhar hoje, sempre começo na verdade, só que nunca termino. Me deu um ataque de cansar de ser gordo, sempre me da isso, só que nunca resulta em nada. Ano passado perdi 8 quilos em menos de 5 meses, só que férias sempre te fode. Estou tentando parar de tomar refrigerante, parar de comer tanta merda e parar de gastar tanto dinheiro com merda. Aprendi aqui que colar papéis no guarda-roupa não te deixa esquecer algumas coisa, que pagar 180 pau em um mp4 é burrice e que a falta de crédito no cartão pode te salvar de fazer tais besteiras, reaprendi a acordar cedo, tomar banho quente de manhã é muito bom, porém ao sair do box o diabo te abraça com o frio antartico que enruga o seu saco e te faz bater os dentes. Enfim levei a risca o velho ditado do grande Seu Madruga, " Deus ajuda quem cedo madruga". Ocorreu tudo bem hoje, fiz meu almoço, nada queimou, teve até salada que não é uma coisa muito comum por aqui. Enfim, volto com maiores informações, frustrações e conquistas. 

Tenho dito (:    
OBS.: Acho que nesse fim de semana pego uma camera digital, ai vou começar a ilustrar mais o blog, não que isso interesse à alguém... foda-se. 

Desastre

Algumas civilizações antigas tinham sua religião baseada nos astros. Se algo bom acontecia era ação dos astros, mas se algo ruim acontecia nenhum astro estava agindo. Essa ausência de participação em acontecimentos desagradáveis passou a se chamar “Desastre”.
Pode acontecer escala mínima, (como um leite derramado, um celular pifado) ou mesmo numa escala global, como um tsunami, terremoto, erupções vulcânicas [vamos nos ater aos fatos independentes de falhas humanas].
É impressionante como, quando algo do tipo acontece, ninguém é melhor, pior, mais rico, mais pobre, mais negro, mais indígena, mais asiático, enfim, somos tratados da mesma maneira. Somos submetidos ao que não somos acostumados: “Igualdade perante todos”.
Além disso, somos atingidos por uma sensação de fragilidade vital, percebendo assim o quão somos intrusos nesse planeta em constante transformação.
Sempre houve esses tais desastres naturais e até mesmo em maior escala e freqüência, mas não estávamos aqui para sofrer perdas materiais e familiares.
A lição de moral é a seguinte: “O planeta não é nosso inimigo. Muito pelo contrário, nos elo mantêm vivos até agora com tantos maus-tratos patrocinados pela humanidade. A verdade é que nós somos os malvados da história.”

Ariel Bitencourt
20/03/2011

sábado, 19 de março de 2011

Morar Sozinho [2]

11º dia em Itaqui, Rio Grande do Sul. O calor daqui é muito ardido, porém não queima tanto quanto o de Rondônia. Aprendi que fora da sua região tudo é diferente. Ontem fui comer um sanduíche, na real, sou gordo e pedi o maior logo, já esperava um negocio do tamanho da minha cabeça, nadando na gordura e com torresmo dentro, porém minha alegria veio abaixo quando avistei meu lanche. Pão de forma (o erro já começou por ai), catchup e maionese em cima do pão, ovo frito sem gema, uma espécie de hambúrguer que está mais para um pedaço de asfalto, ervilha e um molho "especial" que é maionese de novo. Resultado: Caguei muito. Aprendi também que não há problema que uma coca bem gelada não resolva, realmente, reza a lenda que a coca-cola antes era usada como remédio.

Outra coisa que aprendi é que madrugada no sul é fria, só que me disseram que aquilo era o modo easy do frio em Itaqui. 14ºC, ta bom que já peguei temperaturas menores em Rondônia, mas a sensação térmica estava de uns 9 a 10º, mas o detalhe é que estou careca, e nunca tinha sentido frio na minha cabeça, por um lado foi emocionante, mas a vontade de cagar falava mais alto. Enfim, cheguei em casa e fiz o que tinha que fazer, e fui me deitar.

Aprendi que tenho dó de gastar água, porque lavar roupa gasta muita água, a não ser que eu esteja fazendo isso errado. Sem brincadeira, eu tirei uns 200 litros de água do tanque, só hoje. Isso porque não lavei todas as roupas sujas. Reconheci hoje que tomo muito refrigerante, porque ter 3 garrafas de coca-cola (sendo uma de 2,5 litros) no seu lixeiro não é muito normal.

Tenho dito (: (to pensando em mudar o nome desse blog para "tenho dito" HN)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Morar Sozinho

Mano, vou falar uma coisa. MORAR SOZINHO É COMPLICADO. A começar pela parte de não ter o seu leitinho com pêra na mesa todo dia de manhã. Tu acorda e não tem ninguém pra te fazer aquele cafezinho, sua mãe está longe, a primeira coisa que vê é uma pilha de louça que provavelmente não será lavada sozinha. A segunda coisa é que você não tem tempo para fazer café ou até mesmo bater um achocolatado, você nunca irá acordar na hora "certa". A pior parte é que ônibus em cidade pequena sempre passa antes do que você imagina ou depois do que você pode aguentar, e andar sempre é a pior decisão, a não ser que você more perto da faculdade, porém bairro de faculdade não é muito bem habitado. A parte boa é a sua liberdade pra fazer o que quiser, porém o seu dinheiro nunca irá lhe permitir ser 100% feliz. Você nunca terá dinheiro, seu dinheiro se resumirá em xerox, ônibus e comida. Vai ver que no desespero Yokitos é quase um Doritos, que arroz de marca é pra frescos, que feijão é coisa para profissionais prepararem, que toda carne de um boi pode ser aproveitada para alguma coisa, que roupas criam vida própria e andam pelo seu quarto, enfim, vai ver que tu não sabe nada sobre limpar uma casa.

O restaurante popular é a moradia divina e temporária, divina porque pagar 2 reais em um prato de comida e um copo de refrigerante só pode ser coisa de Deus, só que Deus é sacana e só deixa aquilo aberto durante uma hora, se você perder a hora terá que pagar 5 reais pela mesma comida só que em um restaurante mais fudido ainda, e pra piorar, terá que pegar um moto taxi pra ir pra casa, a não ser que queira andar durante 30 minutos no sol desgraçado, sim te iludiram ao dizer que o Rio Grande do Sul é frio o ano inteiro. Ao chegar em casa não terá tempo para descansar, pois tem aula 13:30 e o ônibus não se importa contigo, apenas com o seu 1 real.

A noite você verá que a internet é a melhor invenção do homem, porém chuvas podem tirar ela do ar. Verá que a TV é sua unica saída, você vai ver que o Faustão não é tão idiota quanto imagina. Quando for a hora de dormir, você terá que recolher todas as suas roupas em cima da cama, e vai ver que o chão ta perfeito para suporta-las. Vai ver que uma janela aberta refresca bastante, mas também atrai insetos pra dentro do seu quarto. E ao acordar o ciclo vicioso de desgraças irá acontecer de novo.

Obrigado pela atenção.
Tenho dito (:

quarta-feira, 16 de março de 2011

Albuns

Sempre quando não tenho mesmo o que falar, falo de música. Passo o dia pensando em música, a cada situação que ocorre comigo, sempre tem uma trilha sonora no fundo. Então resolvi fazer aqui uma lista de albuns que são as minhas principais trilhas. 

A começar pelo Is this it do Strokes, album que lançou a banda. Sem dúvida é o melhor album da banda, lançou hits como Last Nite, Someday e New York City Cops. O renascimento do rock, o mundo via o Strokes como a banda mais promissora do momento. As guitarras com distorções sujas e a voz de bêbado do Julian marcaram toda uma nova geração que estava carente de um som crú e de qualidade. Hoje o "estilo" Strokes influência bandas no mundo inteiro. Não tem como falar de rock dos anos 2000 sem falar desses nova iorquinos desgraçados. 

Whatever people say I am, that's what i'm not do Arctic Monkeys, mas uma consequência do pós-grunge. As guitarras intercaladas, a bateria sem definição de Matt Helders, que na minha opinião é o melhor baterista do estilo indie. Este album é daqueles que você não consegue pular uma música, todas são chamam atenção, a começar por The View From The Afternoon, que tem uma bateria fantástica. Fake Tales Of San Francisco, kiiick me ooooout ! enfim é o primeiro album da banda, que revolucionou também a internet, foi um dos mais vendidos do reino unido. 

Costello Music do Fratellis, o trio escocês que fez um album de cabaré. Tudo bem, o album tem suas músicas bonitinhas, Whistle For The Choir que é tema do meu namoro com a minha gordinha linda, porque ela sempre será a rainha e eu o pedinte, Old black blue eyes, mas pra mim não tem jeito, o disco é de cabaré. Chelsea Dagger e Flathead não me deixam mentir, confiram o clipe. Sem falar na influência italiana. É incrivel a mistura, mais incrivel ainda é o resultado disso tudo. Baixem o dvd deles também Edgy Brixton, muito bom o show. 

Ventura do Los Hermanos, já estava na hora de ter algum album brasileiro por aqui. Esse momento, pra mim foi o auge dos hermanos, tanto em composição quanto em melodia. A composição perfeita de Conversa de Botas Batidas que retratou a história de dois idosos que morreram abraçados no desabamento de um antigo hotel no Rio de Janeiro. O Último Romance que embalou vários casais, contando a história de um velho que conseguiu encontrar o amor de novo. Além do que se vê, a "bossa nova" do Camelo, uma guitarra expressiva com o final delirante de lalalala's.  Enfim é a obra prima dos Hermanos, sem desmerecer os outros albuns. 


White Blood Cells do White Stripes, a dupla de Detroit que saiu devendo muita coisa. É uma pena que a banda não exista mais. Assim como Strokes, a banda influenciou várias bandas da nova geração com o seu estilo próprio e excêntrico de ser. O álbum foi lançado em 2001, ele vai de country até o grunge. Destaque para as músicas Dead Leaves and a Dirty Ground, ao hit Fell in love with a girl, o folk-country Hotel Yorba, a infantil We're going to be friends e The Union Forever que recita uma parte do filme Cidadão Kane. 


There is a man - a certain man
And for the poor you may be sure
That he'll do all he can!
Who is this one?
This fav'rite son?
Just by his action
Has the Traction magnates on the run?
Who loves to smoke?
Enjoys a joke?
Who wouldn't get a bit upset
If he were really broke?
With wealth and fame
He's still the same
I'll bet you five you're not alive
If you don't know his name



Bom, por enquanto é só pessoal. Espero que gostem das minhas recomendações de álbuns. 


Tenho dito (:

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Preguiça de viver!

Tentarei tornar este post menos pessoal para não disseminar o egocentrismo através dos poucos [e fiéis] leitores desse blog.
Certa vez estava minha pessoa a praticar sua corrida do final da tarde por uma avenida da megalópole Cacoal, quando me reparei com uma cena que marcou, e de certa forma até chocou, minha vida de uma forma positiva. Deparei-me com uma mulher, cerca de 30 anos, sem suas duas pernas. Ela estava do outro lado da rua, andando na calçada. Usava próteses não muito modernas, mas que lhe ajudavam-na, juntamente com o andador, a caminhar pela calçada, como se cada passo fosse uma conquista histórica.
Sempre fui do tipo “preguiçoso” pra tudo. Mas quando tive esta visão acima citada me senti muito mal, não por ela, mas por ter tido tanta preguiça de fazer coisas simples inúmeras vezes.
Me senti um lixo.
Mas como meu pai sempre diz -“Sempre tente tirar uma lição de tudo, moleque”- tirei uma lição para toda uma vida.
Deixe a preguiça onde você nunca a encontre e não se lamente por estar deprimido ou revoltado com coisas fúteis. Há pessoas que dariam seu reino por algo que não damos valor. Saúde e integridade física.
Acontece quase que com todas as coisas simples e importantes que possuímos. Damos valor quando perdemos. O ar que respiramos o sapato que conforta nosso andar, o agasalho feio que nos esquenta, a mochila velha que carrega nossas coisas, nossas mãos que se lavam, nossas pernas que proporcionam a ausência de sedentarismo [ou não], enfim, coisas simples que quando perdemo-las se tornam tão importantes [ou até mais] do que um celular novo ou um notebook legal.
Lembrem-se pequenos gafanhotos, bem aventurado o que dá valor aos pequenos prazeres da vida.

Ariel Bitencourt
28/02/2011

Sempre pode ser pior...

Há certos momentos em nossas insignificantes vidas que nos mostramos fracos ao ponto de achar que está tudo conspirando para o nosso mal-estar. Pequenos desentendimentos, pequenos afazeres, pequenas preocupações que, misturando-se a fraqueza de espírito, faz com que nos achemos nos piores dos mundos.
Pessoas com essa tendência de nanismo mental e fragilidade psicológica limitam sua visão ao seu mísero mundo, com seus probleminhas e sua incapacidade de solucioná-los, acabando, por assim dizer, conformadas e confortadas com a situação financeira, emocional.
Procurando sempre se lamentar e sentir pena se si, esse tipo de pessoa cria um mundo à sua volta que é um mundo cheio de depressão, fraquezas, futilidades e, em muitos casos, vícios pessoais justificáveis.
Sem mesmo ter passado por alguma tragédia ou catástrofe que comprometesse a saúde física e mental própria ou de familiares e amigos, sentem-se como se estivessem no fundo do poço.
Creio que a causa dessa autoflagelação se deve ao simples fato de que a mente dessas pessoas é limitada e destinada a crer que aquilo que elas têm é pouco ou quase nada, e que não existem pessoas rezando para estar onde elas estão.
Não sou embasado suficiente para falar de fome e miséria, mas posso afirmar que toda e qualquer situação pode ser pior.
Eu mesmo poderia estar sem uma mão para escrever esse artigo, poderia estar sem nada o que comer em casa, poderia não ter uma casa, poderia ter perdido toda minha família nos deslizamentos na região serrana, enfim, sempre pode ser pior.
Sinto algo como pena quando vejo esse tipo de pessoa que sempre reclama da vida, dos pais, do dinheiro que é pouco pra comprar um celular de última geração, que não gosta da comida que come, que acha feia a roupa que veste, que acham que a cama que dorme é ruim, que o cobertor que a esquenta em noites frias é pequeno, enfim, sinto pena [para não falar nojo] desse tipo de pessoa.
Sempre pode ser pior.

Ariel Bitencourt
26/02/2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mudanças

Vou fazer um post mais pessoal desta vez, nada que seja tão interessante ou relevante para as outras pessoas, apenas experiências que ando vivenciando. A começar pela mudança de cidade. Já foi muito difícil pra mim sair de Ji-Paraná, cidade onde eu nasci, cresci e vivenciei minha infância e adolescência. Não é muito fácil deixar amigos de uma vida toda para trás, deixar uma rotina para começar outra, essas coisas pesaram demais, apesar da distância ser curta. A segunda mudança aconteceu ano passado, quando fui para São Paulo fazer cursinho, não da pra negar que foi uma experiência incrível. Conheci novas pessoas, aprendi a viver uma rotina de cidade grande, estudei em um cursinho de verdade, fui ver o show épico de Sir Paul McCartney, foi muito bom, porém trouxe o lado ruim também. Agora estou vivenciando minha terceira mudança, estou indo para Itaquí no Rio Grande do Sul, vou começar minha faculdade. É estranho como o tempo passa e a gente se depara em situações que apenas se imagina nelas, como a de fazer uma faculdade. Futuramente irei rir deste post e me sentir idiota por estar escrevendo isso, ou estarei muito orgulhoso de minhas decisões, ou quem sabe estarei na rua pedindo esmola. O legal de tudo isso é desconhecer o provável. Se há 2 anos atrás você me perguntasse o que eu iria fazer da minha vida, eu diria com toda a certeza que seria um médico, agora estou aqui, prestes a começar interdisciplinar em ciência e tecnologia.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Teoria Humilde

Inúmeras coisas existem em abundância no tal do planeta Terra.
Oxigênio, ferro, silício, formigas irritantes e manés que acham ser alguém importante na vida.

Dissertarei sobre o último acima citado.

Vários mistérios me chamam a atenção, como o suicídio de cães órfãos de donos, desaparecimentos de pessoas sem causa/motivo/razão ou circunstância aparente, organização das abelhas africanas, buracos de minhoca, entre outras cousas.
Mas o que mais me intriga é o que leva um Homo sapiens acreditar que a insignificante existência dele é tão importante quanto a eleição do novo papa, a final da copa, guerras civis, reatores nucleares...?
É ai que entra minha humilde teoria. A de que astronomia deve ser disciplina base na formação de um estudante de ensino fundamental e médio.
Talvez com isso posto em prática, os alunos tomariam conhecimento da sua microscópica/xexelenta/catarrenta existência.

Com todo o aparato telescópico desenvolvido pelo homem, ainda é impossível ver [se existe] o fim do universo [assunto pra outro post]. Quantos trilhares de trilhões de corpos celestes podem ser vistos da Terra? [levando em conta nossa limitação visual-tecnológica].
Deixando de lado todas as crenças, somos um mero acaso no universo. Temperatura ideal, água liquida, alimento. Foram esses [e são, por enquanto...] os fatores que contribuíram para nossa formação.
Que ironia, estamos destruindo o planeta o qual nos proporcionou o crescimento e a multiplicação.
O que nos garante que, nesse uni-verso infinitamente grandioso, só exista a raça humana como vida inteligente?
Há milhões de planetas com milhões de “Sol’s” nas condições ideais para a formação e criação de espécies e mais espécies de animais. E desses milhões de animais, há uma grande [e infinita, assim como o universo] possibilidade de que haja dentre eles uma espécie “inteligente” que comece a destruir seu planeta e busque em outras redondezas planetas dominados por espécies medíocres que pensam que são algo importante para a sociedade.
Não passamos de parasitas de um grão de areia no meio de uma praia gigante, que ainda não conseguimos alcançar, com nossas vistas, o suposto e teorizado “fim” dela.

Ariel Bitencourt

19/02/2011

Carpe Diem, Kids

Every time that I look in the mirror
All these lines in my face gettin' clearer
The past is gone
It went by like dusk to dawn
Isn't that the way?
Everybody's got their dues in life to pay

I know, nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win

Half my life's in books' written pages
Lived and learned from fools and from sages
You know it's true
All the things
Come back to you

Dream On-Aerosmith

Através dos tempos a humanidade tem se perguntado “de onde viemos, para onde vamos?” , mas a resposta está além de qualquer crença.
Nunca houve provas concretas de que a morte é apenas uma passagem para uma vida eterna cheia de luz e pureza. Há certos fatos que estão fora de qualquer comprovação científica ou física e que acabamos por atribuir a eles causas sobrenaturais ou mesmo até divinas. O que você lembra antes de ter nascido? Um coma profundo? Algo me faz crer que seja a mesma coisa após a morte. Mas muitos outros fatores me fazem acreditar que exista algo, além disso. Mortes misteriosamente intrigantes, vidas salvas por um mero detalhe inexplicável, casos e casos que estão além de qualquer compreensão lógica e provável.
O que podemos afirmar, seja de qual credo for, é que a vida humana é algo tão frágil quanto um graveto, uma avalanche de rochas. Temos que, além de dar algum sentido a nossa existência, é procurar viver cada segundo como se fosse o ultimo, desfrutar de todas as nossas possibilidades, testar nossos limites, enfim, VIVER. Não viva o passado, ele nunca voltará. Não viva o futuro, planos são feitos para dar errado [Lei de Murphy]. O presente é a vida, é o prazer, é a loucura, é o sofrimento, é a dor, é a alegria, é o q nós temos, nada mais, nada menos. CARPE DIEM, KIDS.

Ariel de Souza Bitencourt

19/02/2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Playlist Noturno

Boa noite! Faz muito tempo que não atualizo, não por falta de tempo e sim por preguiça e por não saber o que falar. Enfim ... Vou fazer uma pequena playlist das músicas que climatizam minhas noites (que gay). A começar por :
The Drums - Me and the moon
Eu só tinha ouvido falar da banda até a pouco tempo atrás. Meu amigo Filipe, que não gosta de "indie" me mandou essa música, falando que era uma das poucas do gênero que tinha curtido. A música tem uma batida que lembra The Smiths e Joy Division. Um clima bem sozinho em casa a noite, no pc, cantando sozinho, tomando coca.

The Smiths - How soon is now?
Uma música muito boa pra encher a cara de vinho. O efeito trêmulo da guitarra me arrepia de verdade. Admito com muita vergonha que só fui ir atrás de Smiths após ver 500 dias com ela. Enfim Smiths é foda, e a maioria de suas músicas são feitas para se escutar a noite, em uma pub, em casa sozinho ou junto de alguem, tomando café, tem música pra qualquer clima noturno.

The Bravery - Fearless
Conheci Bravery no tempo em que fiquei em São Paulo. Escutava a noite, acho que talvez por isso me lembra um clima noturno. É uma música de fim de balada indie. Fora Fearless, também indico " An honest mistake".

Oasis - Champagne Supernova
Grande Oasis que se foi. Essa definitivamente virou umas minhas músicas favoritas de um tempo pra cá. A simplicidade nos acordes e o solo oitavado são delirantes, fora o vocal inconfundível. Realmente é uma pena que os caras esbanjem muita arrogância inglesa, e mais lamentável ainda é o fim da banda. R.I.P.

The Doors - Riders on the storm
Grande Jim Morrison. Grande Doors. Letra e arranjos simples, minha música favorita do Doors. O som de chuva no fundo da aquele clima "puts! choveu, não da pra sair hoje, vou ficar morgando em casa".


Bom, ficam as dicas para suas noites entediantes e sem motivação, pois o lado bom de morar em um lugar onde tudo o que se escuta é lixo popular, é poder se "desentediar" com música boa.

Tenho dito (:

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Indicações quinzenais [2]

É, eu estava tentando fazer isso de quinze em quinze dias, só que deu muita preguiça e pouca criatividade para escrever. 
Enfim, vim aqui fazer minhas 2 indicações da quinzena. A começar por Vespas Mandarinas. Uma banda que nasceu de vários pedaços de bandas. Um rock sem frescura. Guitarras, baixo e bateria e ta feito, e muito bem feito. Todas as músicas valem a pena ser escutadas, mas o destaque mesmo é "Pesadilla Blues". Melhor música para se escutar a noite, sozinho e deprimido. Tomara que entrem na lista do Festival Casarão 2011. 
Rock Rocket: é uma banda meio velha, mas fico meio pasmo quando eu vejo que pouca gente conhece. Na minha opinião quem nunca assistiu um show deles, tem que assistir antes de morrer. Os caras são muito animados, não tem como ficar parado. Você sai cantarolando depois, sem ao menos ter escutado a música antes. 

sábado, 22 de janeiro de 2011

Pense nisso.

Acabei de ver um vídeo que me chamou muita atenção. Ele não diz muita coisa, o que chama mais a atenção mesmo é o título. " Jesus era extraterrestre?". Já havia escutado sobre essa teoria, nunca fui pesquisar a fundo sobre isso. Porém o que mais me indigna são os comentários do vídeo. " Ai como tem coragem de falar isso sobre Jesus"; " Perdoem eles não sabem o que dizem". 
Eu acredito em Jesus e dou a mesma importância a essa "teoria" como a de que existem Extraterrestres. Se você parar pra pensar, independente de crenças, irá perceber que isso faz sentido. A maior prova da existência de Jesus é a bíblia. Quando se fala em Extraterrestres, existem milhares de relatos sobre aparições, isso desde a antiguidade. O problema é que a idéia de extraterrestre parece muito fantasioso, coisa de filme. A mídia fez parecer uma piada. Ria disso, é fantasia demais para ser realidade. Isso limita o pensamento, faz com que a massa manipulavel pense que o mundo se limita apenas ao cotidiano infeliz de acordar, trabalhar e ir dormir. Faz com que pensar seja esforço demais, que você não precisa disso, apenas pegue uma idéia pronta e siga aquilo, já está pronto mesmo não é?  
Não sou religioso, nem sou ateu. Nunca me agradou tanto a idéia de seguir um pensamento pronto, seguir uma ideologia apenas porque se parece com a sua ou porque te conforta. Fui criado dentro da igreja católica. Já assisti muitas missas, e confesso: sempre tive mais medo de Jesus do que do Diabo. 
Minha intenção não foi causar polêmica ou julgar a religião de ninguem. Apenas quis expressar o que penso sobre o assunto. 


Tenho dito (:

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Indições quinzenais. (Utopia e Suéteres)

Resolvi fazer algo pra me ocupar nestas férias ociosas. Vou indicar 2 bandas quinzenalmente, bem não necessariamente nesse tempo, mas assim que me surgir coisas legais vou postando aqui.
Começar com Utopia, uma banda mineira, formada em 2005. O som deles tem influências de Strokes, Los Hermanos, Franz Ferdinand e outras coisas do gênero. O que me chamou muita a atenção nessa banda foi o baixo. Dificilmente eu gosto da banda pelo baixo, e uma das coisas que mais me agradou nessa banda foi a presença marcante do instrumento. As guitarras muito bem tocadas, a bateria então nem se fala.
http://www.myspace.com/bandautopia

Banda Suéteres, paulistanos de pirassununga. Assisti a uma apresentação deles sem querer no clube outs em São Paulo, eles estavam fazendo uma turnê com as bandas Black Drawing Chalks e Vespas Mandarinas. Umas letras bem originais e bacanas. A simplicidade no som chamou muito a minha atenção. "Se escondo a indeferença até bem vindo é perguntar pra onde vai "
http://www.myspace.com/sueteres

Bom por enquanto é só isso. Tem muito mais pra colocar aqui, mas acho que ta bom por enquanto, só essas duas mesmo. (:

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Playlist

Retornando a escrever no meu pacato blog. Na falta do que dizer, farei uma breve playlist para as férias. 
Começando com .. 


Moveis Coloniais de Acaju - O Tempo 
No começo nunca liguei tanto para a letra dessa música, só depois mesmo que fui me ligar nela. Também com todo aquele instrumental sincronizado perfeitamente, a letra foi minha última preocupação. Apesar de não conhecer tanto a banda, me encanto muito com a sincronia dos instrumentos. Eu tenho banda e já é trabalhoso lidar com duas guitarras, imagino ter que trabalhar com tantos instrumentos como eles fazem, e fazem muito bem.


Shine Yellow - Mallu Magalhães
Malluzinha que cresceu muito de um tempo pra cá. Essa música da uma sensação de praia no fim de tarde, quando você dorme a tarde inteira e sai só pra aproveitar o por do sol. Não ouvi ainda o segundo disco da Mallu (sou preguiçoso) mas me parece que ela vem crescendo muito musicalmente, apesar de não ter deixado o jeito desligada de lado. 


O Vento - Los Hermanos 
" Posso ouvir o vento passar, assistir a onda bater ... " A levada dessa música me faz viajar demais. Los Hermanos lembra muito litoral, principalmente o "4". Músicas que me fazem viajar e cantarolar mais tarde. 



Baby I'm yours - Arctic Monkeys
Letra magnífica misturado com a levada havaiana. Essa música faz parte do single " Leave before the lights came on". Uma música bem diferente do que eles costumam fazer, porém ficou ótimo. 






Tenho dito (: